Um modelo de ficha de avaliação deve funcionar como roteiro, não como diagnóstico pronto. A estrutura abaixo ajuda a organizar informação real e pode ser adaptada à especialidade, ao serviço e à população atendida.
Seção 1 — Identificação e contexto
- identificação do paciente;
- data, profissional e serviço;
- motivo do atendimento;
- atividade ou participação afetada;
- expectativas relatadas.
Seção 2 — História relevante
Registre início e evolução da queixa, fatores associados, histórico de cuidado, condições pertinentes, uso de dispositivos e informações necessárias para segurança. Colete somente o que tem finalidade no atendimento.
Seção 3 — Exame
Escolha campos coerentes com a prática: observação, medidas, testes, função e escalas validadas quando aplicáveis. Campos numéricos devem guardar unidade e permitir comparação futura.
Seção 4 — Síntese e planejamento
Inclua interpretação profissional, objetivos, plano, frequência proposta quando pertinente e critérios de reavaliação. Não preencha automaticamente conclusões com base em um único campo.
Como implementar no sistema
Use chaves de campos estáveis e únicas. Tipos como texto, número, data, seleção, múltipla seleção, booleano e escala cobrem muitos cenários. Quando um modelo mudar, crie uma nova versão e preserve o snapshot das avaliações anteriores.
Consulte o guia da ficha de avaliação antes de adaptar o modelo e veja o que deve constar no prontuário.
Perguntas frequentes
Todo campo deve ser obrigatório?
Não. Exija apenas o que é essencial para finalizar com segurança. Obrigatoriedade excessiva estimula preenchimento artificial.
Posso usar campos de texto livre?
Sim. Combine campos estruturados, úteis para consistência, com texto livre para contexto e raciocínio.
